Existia num distrito bem pequeno, sem atrativos, um puteiro. Nesse puteiro trabalhava um porteiro há trinta anos nesse mesmo lugar.
Depois de um determinado tempo, o dono vendeu o estabelecimento para outra pessoa. O novo dono já chegou querendo modernizar tudo, mudar tudo e disse que o porteiro teria que, apartir daquele momento, anotar todas as reclamações dos clientes. Porém o porteiro não sabia escrever. Esse foi o motivo da sua demissão.
Mas por quase toda sua vida ele só tinha feito aquilo. Era só aquilo que ele sabia fazer. No que ele trabalharia agora?
Foi então que ele lembrou de que quando quebrava alguma cadeira no puteiro, ele consertava. Então resolveu que trabalharia naquilo.
Viajou para uma cidade onde poderia comprar pregos e martelo para iniciar o trabalho. Quando chegou de volta da viagem havia um vizinho que precisava de pregos e do martelo emprestado. Os pregos obviamente não foram devolvidos, já que foram usados. Mas o martelo foi. Em troca dos pregos, pelo empréstimo do martelo e pelo gasto da viagem, seu vizinho lhe pagou uma generosa quantia.
Com dinheiro na mão, ele retornou á cidade para comprar mais pregos e aproveitar, com a grana extra, para comprar uma serra.
No dia seguinte que retornou da viagem apareceu em sua casa um de seus amigos dizendo que precisava de uma serra e que queria comprá-la e ainda dava parte do dinheiro da passagem mais um "agrado".
O ex-porteiro resolveu fazer negócio com o amigo e com mais dinheiro extra ia voltar a viajar para comprar agora a serra que faltava e mais uma chave de fenda.
No mesmo dia que chegou de viagem um conhecido o procurou querendo comprar sua chave que fenda e que dava mais uma quantia pelo gasto com a viagem.
Refletindo sobre tudo isso e vendo a carência do comércio na região, resolveu então abrir um negócio de construção no seu distrito.
O negócio com um tempo cresceu muito e, como lucrava bem, resolveu construir uma escola.
Passando mais um tempo, vendo também que a escola também ia bem, resolveu abrir outra em outro distrito próximo.
Certo dia, uma pessoa que conhecia toda sua história perguntou para o ex-porteiro com ele tendo tudo aquilo que ele tinha sendo analfabeto, se ele já tinha pensado no que ele seria se soubesse ler e escrever.
A resposta foi simples: "Porteiro de puteiro".
quinta-feira, 7 de julho de 2011
PEIXE FRESCO
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco.
Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há
décadas.
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o
tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que
nunca.
Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o
peixe chegar.
Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já
não era mais fresco.
E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram
congeladores em seus barcos.
Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar.
Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e
ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e
peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos
navios pesqueiros.
Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques,
como "sardinhas".
Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se
debater e não se moviam mais.
Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do
gosto.
Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de
frescor.
Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não
o gosto de peixe apático.
Como os japoneses resolveram este problema?
Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro
frescor?
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o
que você recomendaria?
Antes da resposta, leia o que vem abaixo:
Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando
encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa
empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que
seja, elas podem perder as suas paixões.
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar
tanto, então, relaxam.
Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que
gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca
crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de
remédios de tarja preta.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses,
a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos
50:
"O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente
desafiador".
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais
você gosta de um bom problema.
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue,
passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz.
Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia.
Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções.
Você se diverte.
Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca
japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos.
Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque.
O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes
chega "muito vivo".
E fresco no desembarque.
Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.
Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule
dentro deles.
Massacre-os.
Curta o jogo.
Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se
reorganize!
Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores.
Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem
atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade
e, até mesmo, da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a
diferença.
"Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente
pode chegar!"
Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há
décadas.
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o
tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que
nunca.
Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o
peixe chegar.
Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já
não era mais fresco.
E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram
congeladores em seus barcos.
Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar.
Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e
ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e
peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos
navios pesqueiros.
Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques,
como "sardinhas".
Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se
debater e não se moviam mais.
Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do
gosto.
Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de
frescor.
Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não
o gosto de peixe apático.
Como os japoneses resolveram este problema?
Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro
frescor?
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o
que você recomendaria?
Antes da resposta, leia o que vem abaixo:
Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando
encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa
empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que
seja, elas podem perder as suas paixões.
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar
tanto, então, relaxam.
Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que
gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca
crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de
remédios de tarja preta.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses,
a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos
50:
"O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente
desafiador".
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais
você gosta de um bom problema.
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue,
passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz.
Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia.
Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções.
Você se diverte.
Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca
japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos.
Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque.
O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes
chega "muito vivo".
E fresco no desembarque.
Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.
Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule
dentro deles.
Massacre-os.
Curta o jogo.
Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se
reorganize!
Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores.
Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem
atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade
e, até mesmo, da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a
diferença.
"Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente
pode chegar!"
PEDRO E SEU MACHADO
Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte!
A madeireira precisou reduzir custos...
Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biótipo de um lenhador.
Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho.
Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional.
Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente.
E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de "catadores de gravetos".
Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente!
Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento.
E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote...
Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de "madeira", deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe.
Todos ficaram atônitos! Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada?
Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira.
Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.
O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais. Um dia, Pedro se nivelou aos demais.
Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam...
O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. "Não sei", respondeu Pedro, "nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo".
O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado.
Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de "dentes" e sem o "fio de corte", perguntou ao Pedro: "Por que você não afiou o machado?".
Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.
Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga:
conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.
A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós - preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de "amolar o nosso machado", ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos. Sem saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros.
Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.
Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante muitos anos.
A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir.
É "perder tempo" para afiar o nosso machado.
Autor Desconhecido
A madeireira precisou reduzir custos...
Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biótipo de um lenhador.
Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho.
Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional.
Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente.
E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de "catadores de gravetos".
Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente!
Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento.
E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote...
Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de "madeira", deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe.
Todos ficaram atônitos! Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada?
Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira.
Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.
O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais. Um dia, Pedro se nivelou aos demais.
Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam...
O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. "Não sei", respondeu Pedro, "nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo".
O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado.
Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de "dentes" e sem o "fio de corte", perguntou ao Pedro: "Por que você não afiou o machado?".
Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.
Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga:
conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.
A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós - preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de "amolar o nosso machado", ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos. Sem saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros.
Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.
Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante muitos anos.
A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir.
É "perder tempo" para afiar o nosso machado.
Autor Desconhecido
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